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Acompanhando o relator, a maioria do colegiado do Tribunal Superior Eleitoral votou a favor da concessão de mais prazo para a defesa dos acusados, atendendo a questão de ordem de Flávio Caetano, advogado Dilma Rousseff (PT).
O julgamento só deve ser retomado no final do mês por conta de viagens do presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes.
No processo, o Tribunal vai decidir se existem indícios suficientes de abuso de poder político e e econômico para cassar a chapa, retirando do cargo o presidente Michel Temer e tornando inelegível a ex-presidente.













