A ordem do Palácio do Planalto é que o Congresso Nacional e o Poder Executivo não podem parar após a divulgação da lista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.
Tudo em nome da aprovação da reforma da Previdência. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), afirmou nesta quarta-feira, depois de cerimônia no Palácio, que o governo “não parou e nem vai parar”. Sobre a repercussão da lista de Fachin, o presidente nacional do PMDB, afirmou que houve uma “calúnia coletiva” contra os políticos do país.
De acordo com Jucá, o presidente Michel Temer recebeu a notícia das delações da Odebrecht com tranquilidade. “Era natural”, afirmou, dizendo que “todo mundo que disputou a eleição está ou estará na lista”. O parlamentar reponde a cinco inquéritos. Acusado de receber R$ 10 milhões da Odebrecht na construção da usina Santo Antônio.
A intenção é manter a tal “naturalidade”, pelo menos no clima tenso, após divulgação de do conteúdo das delações da Odebrecht.
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