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A escolha dos novos dirigentes da Fundação Brasileira de Teatro terá que ser feita por uma assembleia geral extraordinária. A decisão da 7ª. Vara Cívil de Brasília põe fim a uma polêmica que envolve a entidade, criada em 1955, que mantém o Teatro Dulcina e a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
Os antigos dirigentes não podem reassumir os cargos por um prazo mínimo de cinco anos. A data da assembleia depende da publicação do edital com os detalhes do processo eleitoral.
“Note-se, por oportuno, a referida decisão já havia estabelecido a forma pela qual deveria ser promovido o procedimento de eleição, de acordo com a manifestação ministerial e da sentença proferida”, afirmou a magistrada.























