O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, e outras seis pessoas por corrupção passiva e ativa e organização criminosa. A suspeita é de desvio de R$ 300 milhões em contratos fraudulentos na área da saúde.
Todos envolvidos responderão por desvios na Secretaria estadual de Saúde, entre 2007 e 2014. As investigações apontaram que o esquema começou em 2007, quando Cabral assumiu o governo.
O ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, foi convidado para a pasta com o objetivo de manter os desvios de verbas que ocorriam no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. Mais uma denúncia, em meia a tantas sem fim, ao que parece.
De acordo com o MP, a organização criminosa chefiada por Cabral cobrava 5% de propina de todos os contratos com o governo do estado. O esquema na saúde também incluía a propina de 2% para o ex-secretário Sérgio Côrtes e mais 1% para o ex-subscretário Cesar Romero. Os pagamentos eram mensais e variavam entre R$ 400 mil e R$ 500 mil e chegaram a mais de R$ 16 milhões.
























