Até sexta-feira a Mesa Diretora do Senado não havia recebido notificação do ministro Edson Fachin, do STF, para afastar Aécio Neves. Ele ainda é senador, segundo a Coluna Esplanada.
A defesa do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) afirma que “desconhece” o papel com a inscrição “CX 2” encontrado entre os documentos apreendidos durante a Operação Patmos, deflagrada no dia 18, e que os documentos evidenciam que nada comprometedor foi encontrado contra o tucano, atestando a “lisura de seus atos”.
No relatório de apreensão, a PF informou o recolhimento de um aparelho bloqueador de sinal telefônico, uma escultura e 15 quadros – um deles com a inscrição “Portinari”. A defesa explica que o quadro de Portinari foi uma pintura feita em 1961 para o ex-presidente Tancredo Neves, avô de Aécio.
“Além de estar na família há quase 60 anos, o quadro consta de todas as principais publicações sobre o autor com referências ao seu proprietário”, diz o advogado.

























