O deputado Rodrigo Maia, que preside a Câmara dos Deputados, garante que nunca recebeu recursos indevidos, mas é investigado em três inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Maia é o sucessor direto de Michel Temer na eventual queda do presidente da República.
Deputado do Democratas do Rio de Janeiro é suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por supostos recebimentos de propina para beneficiar o grupo Odebrecht e a OAS por meio de Medidas Provisórias (MPs).
No ano passado, o Supremo começou a julgar uma ação que questiona a possibilidade de réus em ações penais ocuparem a Presidência. Em fevereiro deste ano, o julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, mas já há um entendimento majoritário, entre os oito ministros que votaram, de que um réu não pode comandar o Executivo.
























