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Nesta manhã policiais civis e representantes do Ministério Público do Distrito Federal realizam operação que tem como alvo a Cruz Vermelha de Petrópolis. A entidade teria recebido R$ 3,4 milhões do governo do Distrito Federal, mas não prestou serviços e nem devolveu o dinheiro. Cálculos do Ministério Público indicam que com a correção esse valor chega a R$ 8,9 milhões.
A fraude em contratos teria prejudicado os serviços nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Recanto das Emas e de São Sebastião. Os principais responsáveis pelos golpes seriam Douglas Souza de Oliveira e Richard Straus Cordeiro, que representam a Cruz Vermelha. Os dois foram indiciados por formação de quadrilha, apropriação indébita e uso irregular de verba do SUS.























