A rebeldia dos senadores pode crescer

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Quando o presidente Michel Temer retornar da Naruega neste final de semana, vai encontrar a situação política bem mais difícil que que quando deixou o Brasil no início da semana. No Senado, 12 senadores dos 81 já se declararam “independentes”.

Eles estão filiados a diversos partidos da base governista, como PP, PMDB e Dem. O número deve aumentar com a possível denúncia contra o presidente pela Procuradoria-Geral da República, na terça-feira.

O grupo já se reuniu na casa do senador Elmano Ferrer (PMDB-PI), mas afirma que ainda não é um movimento organizado. A principal queixa é que o Congresso Nacional não tem uma pauta própria e vive a reboque das reformas do governo, como a trabalhista e a previdenciária. Ambas têm resistência e podem não ser aprovadas neste ano, como deseja o Palácio do Planalto.

Os independentes

Acir Gurgacz – PDT-RO

Álvaro Dias – PV-PR

Ana Amélia Lemos – PP-RS

Antônio Amorim – PSDB-SE

Antônio Regufe – sem partido-DF

Armando Monteiro – PTB-PE

Cristovam Buarque – PPS-DF

Elmano Ferrer – PMDB-PI

Lasier Martins – PSD-RS

Roberto Muniz – PP-BA

Ronaldo Caiado – Dem-GO

Telmário Mota – PTB-RR

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