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A decisão tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, de devolver o mandato ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), no último dia antes do recesso do Judiciário, sem levá-la à votação sofreu crítica, nesta sexta-feira (30), no Senado.
E partiu, principalmente, do responsável por amealher assinaturas para desarquivar o pedido de cassação de Aécio no Conselho de Ética da Casa, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
O senador do Amapá disse que a determinação poderá enfraquecer as investigações em torno do tucano. Para Randolfe, não houve nenhum fato novo que justifique o retorno do senador de Minas Gerais ao exercício do mandato.
























