O plenário do Senado aprovou há pouco por 74 votos, um contra e uma abstenção, o nome de Raquel Dogde para a ocupar a Procuradoria-Geral da República. A votação ocorreu no mesmo dia da sabatina que durou sete horas na Comissão de Constituição e Justiça.
Raquel Dodge vai assumir o cargo hoje ocupado por Rodrigo Janot em setembro. Ela foi a segunda mais votada na lista de três nomes enviada ao presidente Michel Temer, que indicou o dela para o Senado Federal.
Raquel respondeu sobre Lava Jato, combate à corrupção e delação premiada. Perguntada sobre o tema por vários senadores, a subprocuradora disse que a legislação é nova e que, por isso, a palavra dela é aceitar que “erros ocorram”. Sem se referir a casos específicos, Raquel afirmou que eventuais falhas devem “estar no horizonte” do Ministério Público e do Judiciário.
O Senado também aprovou por 63 votos favoráveis, seis contrários e duas abstenções, a indicação do advogado André Luis Godinho para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Godinho foi indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


