Texto de Gil Maranhão
Uma cena me chamou a atenção nesta segunda-feira (17), no Plenário da Câmara. Além de estar totalmente vazio lá estava o deputado-presidiário Celso Jacob (PMDB-RJ). A sessão era para leitura da denúncia contra Temer. Não houve quórum (número suficiente de deputados) para iniciar os trabalhos. Ficou para o dia 1º de agosto.
Celso Jacob foi preso no dia 6 de junho no aeroporto de Brasília. Em 23 de maio último, o Supremo Tribunal Federal (STF) havia determinado a expedição de mandado de prisão.
Na Ação Penal 971, Jacob foi considerado culpado dos crimes de falsificação de documento público e dispensa indevida de licitação para construção de creche quando era prefeito de Três Rios (RJ), em 2002. A pena foi fixada em 7 anos e 2 meses de prisão no regime semi-aberto, mais multa.
No início deste mês, por determinação da Justiça, ele passou a ir todo os dias, pela manhã, trabalhar na Câmara dos Deputados, e a à noite retorna para dormir no Centro de Progressão Penitenciária, que fica no setor SIA /Trecho 4, em Brasília.
























