A bancada do PSB estaria à venda? Parte dela talvez sim, o que teria provocado escaramuças por conta do leilão de transferências de parlamentares do partido em meio a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer.
O negócio chegou a um ponto que foi necessário um jantar, realizado ontem à noite, entre o presidente da República e o deputado Rodrigo Maia.
Como nos velhos tempos da máfia italiana no século 20, os dois chefes discutira uma trégua ou até um acordo para evitar que o problema se torna mais grave. O PSB está dividido entre ser governo e oposição e, por consequência, virou um prato cobiçado.
O presidente do PSB, Carlos Siqueira, acusou Temer e Maia de tentarem levar deputados da bancada socialista para seus partidos, PMDB e DEM, em vez de trabalhar em favor da recuperação do país.
Desde que veio à tona à delação da JBS implicando Temer há dois meses, a direção do partido decidiu romper com o governo. Contudo, um grupo de deputados e senadores do PSB, juntamente com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, não seguiu a orientação partidária e continua a apoiar o governo.
Sempre é bom lembrar que Maia é o sucessor direto de Temer. E ninguém esconde do lado do presidente da Câmara que ele está de olho na Presidência numa eleição indireta, caso Temer caia por conta das denúncias
























