O ex-presidente do Banco do Brasil (BB) e da Petrobras Aldemir Bendine tentou favorecer a Odebrecht no Departamento Jurídico da estatal do setor de petróleo. Ele envindou esforços com a finalidade de a empreiteira ser liberada e assim pudesse ser contratada novamente.
As informações foram contempladas na denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra Bendine, que recebeu R$ 3 milhões de propina da Odebrecht. Ele foi detino no dia 27 de julho durante a 42ª fase da Lava Jato.
Também foram denunciados os empresários Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, os operadores André Gustavo e Antonio Carlos Vieira da Silva e o doleiro Álvaro Novis.
Todos foram enquadrados por lavagem de dinheiro, embaraço à investigação e organização criminosa, entre outros crimes.























