O filho do ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, será levado coercitivamente para a superintendência da Polícia Federal em Brasília. O advogado Tiago Cedraz é o principal alvo de nova etapa da operação Lava Jato deflagrada nesta manhã.
Tiago está relacionado ao inquérito que apontou compra de votos no Tribunal de Contas da União para liberação de obras da usina de Angra 3 e acusado de pedir dinheiro à construtora UTC.
A chamada operação Abate II é uma continuidade das investigações que envolvem o ex-deputado e líder dos governos Lula e Dilma na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza, que foi solto ontem à noite por ordem do juiz Sérgio Moro. Vaccarezza pagou uma fiança de mais de R$ 1 milhão para que possa fazer um tratamento de um câncer inicial.
Em nota, a PF afirmou que foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador (BA), Brasília (DF) e Cotia (SP). Foi identificada a participação de novos interlocutores que atuaram junto a Petrobrás para favorecer a contratação de empresa privada e remunerar indevidamente agentes públicos. Os pagamentos de propina teriam sido feitos através de off-shore na Suíça.
























