Dos 32 deputados do Partido Progressista denunciados pela Procuradoria-Geral da República, 14 deixarão de ser investigados no inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal. O pedido de arquivamento foi feito no início deste mês ao ministro Edson Fachin, responsável pela Lava Jato no STF.
Entre os nomes que deixam de ser investigados, está a do deputado Waldir Maranhão (MA), que revogou a decisão do plenário de impedir o mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. Hoje, Maranhão está filiado ao Avante (ex-PTdoB). O inquérito foi aberto em 2013 e envolve personagens como o doleiro Alberto Yousseff, e o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP que continua sendo investigado.
A lista dos arquivamentos
Jerônimo Gorgen, Gladson Camelli, Roberto Britto, Dilceu Sperafico, Luís Carlos Heinze, Renato Molling, Lázaro Botelho, José Olímpio Moraes, Roberto Balestra, Simão Sessim, Waldir Maranhão, Mário Negromonte Júnior, Alfonso Hamm e João Leão.























