Sobrou para o banco Santander a polêmica que se intensifica nas redes sociais por conta da exposição Queermuseu, que explora a diversidade de expressão de gênero. Protestos de grupos, suspensão de contas correntes e até agência pichada é o resultado do patrocínio ao evento pelo Santander Cultural, no Museu Santander, em Porto Alegre.
A polêmica envolveu gente famosa como Bruno Mazzeo, políticos como Luciana Genro e muitos desconhecidos que se manifestaram pelo Twitter e Facebbok.
O barulho foi grande e a exposição acabou cancelada. Em nota, o centro cultural afirma ter entendido que as obras expostas “desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo”. Boa parte das imagens, de acordo com críticos nas redes sociais, tem conteúdo que incentiva a zoofilia e à pedofilia e ataca os bons costumes.
Entre os autores expostos na “Queermuseu”, estavam Adriana Varejão, Alfredo Volpi, Cândido Portinari, Clóvis Graciano e Ligia Clark. A mostra reunia pinturas, gravuras, fotografias, colagens, esculturas, cerâmicas e vídeos. São 270 obras de 90 artistas.
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