A ordem é flexibilizar o valor do fundo eleitoral. Em reunião de líderes da base aliada e da oposição, hoje (26), houve consenso em provar a criação de um fundo eleitoral destinado às campanhas com quantia menor que R$ 3,6 bilhões inicialmente propostos. Segundo o líder do PSD na Casa, deputado Marcos Montes (MG), a ideia é aprovar um fundo com um valor entre R$ 1,6 bilhão e R$ 2 bilhões, informa o Estado online.
“É consenso que temos que aprovar um fundo com um valor mais razoável, algo entre R$ 1,6 bilhão e R$ 2 bilhões”, afirmou Montes, após sair da reunião na residência oficial da Câmara. Segundo ele, a criação desse fundo deve ser votado por meio do projeto de Lei relatado pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP).
Montes informou que pelo acordo fundo deverá ser abastecido por meio das emendas de bancada e com o dinheiro de impostos que as redes de televisões deixam de pagar para o governo por transmitirem as propagandas eleitorais. De acordo com ele, uma das ideias é destinar 30% das emendas de bancada para abastecer o fundo eleitoral.
O líder da oposição na Câmara, José Guimarães (PT-CE) afirmou que há consenso entre as demais lideranças de aprovar um fundo sem afetar gastos nas áreas com saúde e educação: “A ideia é não se mexer em nenhuma rubrica importante e reduzir drasticamente o valor do fundo”, afirmou o parlamentar petista.






















