Criação de novos empregos surpreende

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A taxa de desemprego do Brasil recuou mais do que o esperado no trimestre até agosto e igualou a melhor marca do ano ao chegar a 12,6%, porém em um resultado ainda impulsionado, principalmente, pelo aumento do emprego informal.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que o número de desempregados no Brasil chegou agora a 13,113 milhões, ante 13,326 milhões nos três meses até julho. O dado informado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) marcou a quinta queda seguida na taxa, que voltou ao nível visto em janeiro.

Também ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de 12,7%, na mediana das previsões. Nos três meses até julho, a taxa havia sido de 12,8%.

“A expectativa é ver se vamos fechar 2017 com mais emprego. Há um processo de recuperação em curso, isso está claro. Essa reação tem a ver com os sinais da economia, com a amenização da crise política, fatores que afetam a sensibilidade do apetite dos investidores”, avaliou o coordenador do IBGE Cimar Azeredo.

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