Reviravolta em leilão do pré-sal que havia sido suspenso. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região derrubou a liminar que suspendia o leilão marcado para esta sexta-feira (27), informou a Advocacia-Geral da União (AGU). Os interessados aguardavam no Rio de Janeiro a decisão judicial. Assim a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) iniciou o leilão de áreas do pré-sal por volta das 11h30 desta manhã.
Confira entrevista da advogada-geral da União, Grace Mendonça, sobre a derrubada da liminar que tentou impedir a realização do leilão na seção Áudio ao lado
A AGU recorreu contra a liminar da Justiça Federal do Amazonas que suspendeu a 2ª e 3ª rodadas dos leilões do pré-sal. A liminar foi provocada por ação do Partido dos Trabalhadores, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outros sindicatos.
Abrangendo oito áreas de petróleo localizadas no pré-sal das Bacias de Santos e Campos, a expectativa do governo é a de arrecadar R$ 7,75 bilhões para o Tesouro com o leilão e atrair mais de R$ 100 bilhões em investimentos.
O primeiro leilão de partilha da área de Libra, ocorreu há pelo menos quatro anos. A ANP marcou para esta sexta-feira (27) o leilão de áreas exploratórias no regime de partilha. São licitados oito blocos para exploração e produção de petróleo e gás natural. O evento se realiza no Hotel Grand Hyatt, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Com novas regras e flexibilizações, o leilão chamou a atenção de gigantes petrolíferas do mundo e a expectativa é gerar investimentos bilionários para o país. Entre as 16 empresas habilitadas pela ANP para participar das duas rodadas – a segunda e a terceira – do leilão estão as americanas Exxon/Mobil e Chevron, a espanhola Repsol, a britânica Shell, a francesa Total, a norueguesa Statoil e as chinesas Cnooc e CNPC, segundo informou a Agência Brasil.






















