A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois cobrou R$ 10.758,68 do governo federal por uma viagem de cinco dias a Israel, em junho passado, que foi integralmente paga pela Confederação Israelita do Brasil (Conib). O detalhe é que quando uma autoridade tem a viagem custeada fica impedida de obter reembolso.
O dinheiro se refere a sete diárias de trabalho, cerca de US$ 3.183 na época, gasto registrado no Portal da Transparência. O pedido do ressarcimento das diárias à União foi feito de forma antecipada. Em 14 de junho, três dias antes de a ministra embarcar para o Oriente Médio, o dinheiro já estava em sua conta, após transferência bancária.
Em nota divulgada pelo ministério informou que Luislinda “devolveu essas diárias ao Estado mediante pagamento de GRU, em operação bancária datada de 28 de junho”. Outra polêmica envolvendo Luslinda ocorreu na semana passada. Ela requereu à Casa Civil, citando o trabalho escravo como argumento, que tivesse o recebimento integral dos rendimentos como ministra, o que faria com que seus vencimentos brutos atingissem mais de R$ 60 mil mensais.
Luislinda também é desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia, com rendimento bruto mensal de R$ 30,4 mil. Com R7.























