O Ministério Público Federal em Sergipe quer o fim do monopólio no fornecimento de armas e munições no Brasil, privilégio que atende a empresa Forjas Taurus. Na ação, o MPF também pede à Justiça que dez modelos de armas produzidos pela empresa sejam recolhidos para reparo, substituição ou indenização pelo valor pago, a critério do consumidor.
Segundo investigação, a baixa qualidade das armas tem causado danos físicos e perdas de vidas humanas no Brasil. De acordo com informações da assessoria de imprensa, na ação que deu entrada na justiça federal, os promotores querem que a União e a Taurus sejam condenados a pagar indenização por dano moral coletivo em valor igual ou superior a R$ 40 milhões.
A empresa nacional Forja Taurus é uma das três maiores fabricantes de armas leves do mundo. Exporta armas e acessórios para mais de 70 países, sendo a 4ª colocada em venda de armas nos Estados Unidos da América. No Brasil, controla 90% do mercado de armas curtas, graças à reserva de mercado instituída pelo Exército Brasileiro em seu favor.
Dez modelos de armas que teriam apresentado defeitos
– pistolas modelo 24/7 PRO TATICAL PRO LS DS, no calibre .40
– pistolas modelo PT 840, calibre .40
– pistola modelo PT 740, calibre .40
– pistolas modelo PT 100 calibre .40
– pistolas modelo AF calibre .40
– pistolas modelo PT 640 calibre .40
– pistolas PT 100 Plus, calibre .40
– carabinas modelo CT 30 calibre .30
– carabinas modelo CT 40, calibre .40
– submetralhadoras MT calibre .40






















