Em depoimento sobre o escândalo de corrupção envolvendo a Fifa, Alejandro Burzaco, ex-homem forte da companhia de marketing argentina Torneos y Competencias SA, menciona 14 vezes a Rede Globo, perante a juíza Pamela Chen, que comanda o caso no Tribunal do Brooklyn, em Nova York.
As informações do portal R7 diz que a emissora foi uma das seis empresas que teriam pago propina para ganhar a concorrência dos direitos de transmissão de torneios internacionais.
Segundo Burzaco, a Globo teria pago US$ 15 milhões em propinas (cerca de R$ 50 milhões) para adquirir exclusividade na transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030.
De acordo com o portal, os valores da propina teriam sido enviados por meio do ex-diretor Marcelo Campos Pinto para a T&T, braço na Holanda da empresa de Burzaco em associação com a brasileira Traffic, de J. Hawilla, e posteriormente repassado para uma conta na Suíça de Julio Gronoda, ex-presidente da Associação de Futebol Argentino e ex-vice-presidente da Fifa responsável por cuidar dos direitos de transmissão para a América Latina. O dirigente morreu em 2014.























