O ex-presidente Lula da Silva tem dois importantes encontros com a justiça no início do próximo ano. No primeiro será julgado por desembargadores do Tribunal Regional Federal da Quarta Região, na apelação feita pela defesa contra a sentença do juiz federal Sérgio Moro no caso do tríplex do Condomínio Solaris, em Guarujá (SP).
O segundo, acontece no dia 20 de fevereiro, em Brasília. Ele e o seu filho Luiz Cláudio serão interrogados como réus na ação penal do âmbito Operação Zelotes, da Polícia Federal (PF).
Pai e filho são acusados dos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sob a acusação de integrarem um esquema que vendia a promessa de interferências no governo federal para beneficiar empresas. De acordo com a denúncia, Lula, seu filho, e os consultores Mauro Marcondes e Cristina Mautoni participaram de negociações irregulares no contrato de compra dos caças suecos Gripen e na prorrogação de incentivos fiscais para montadoras de veículos em uma medida provisória. Segundo o MPF, Luís Cláudio recebeu R$ 2,5 milhões da empresa dos consultores.


























