Um tribunal de Nova York condenou o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin, 85 anos, pelos crimes de lavagem de dinheiro, fraude financeira e organização criminosa envolvendo contratos da Copa América, Libertadores e Copa do Brasil.
O brasileiro foi acusado de aceitar propinas no valor de US$ 6,5 milhões de empresas de marketing esportivo entre 2012 e 2015, quando esteve à frente da CBF, filiada à Fifa. Em troca, as empresas recebiam os direitos de transmissão e marketing de campeonatos. Marin foi inocentado de uma acusação de lavagem de dinheiro na Copa do Brasil.
A pena para os seis crimes pelo quais foi condenado, que será estipulada num julgamento posterior, pode chegar a 120 anos de prisão. Marin deve recorrer da condenação.Eele cumpria prisão domiciliar em seu apartamento de luxo em Manhattan.
Além de Marin, o ex-presidente da Conmebol Juan Angel Napout foi condenado no mesmo julgamento. O paraguaio foi considerado culpado de três acusações: organização criminosa e fraude financeira em contratos da Copa América e da Libertadores.























