Reflexões sobre o caso Jonatan Diniz

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Texto de Renato Candemil

Nos primeiros dias do ano, a mídia nacional passou a divulgar um fato que tratava da prisão de um brasileiro pelo governo venezuelano. As notícias relatavam que Jonatan Diniz (catarinense de Balneário Camboriú) estava na Venezuela a trabalho de uma ONG, alimentando crianças pobres, e que no final de dezembro o governo venezuelano havia efetuado sua prisão, sob o argumento de que ele era membro de uma facção criminosa.

Após a intervenção do governo brasileiro e também da sensibilização de vários grupos de pessoas e organizações nas redes sociais, após dez dias preso, o brasileiro foi solto e expulso do país, retornando para os EUA, local de sua última residência.

Em sua rede social, logo após a soltura, o brasileiro afirmou que fora preso injustamente, que não havia recebido comida por vários dias, que sofrera maus tratos e abusos psicológicos. No outro lado, o governo venezuelano informava que o brasileiro fora preso por ter ligações com organizações criminosas.

Pois bem, agora em novo vídeo o brasileiro confessa que premeditou a sua prisão para simplesmente chamar a atenção da mídia e dos governos. Que tudo não passou de um plano previamente arquitetado para buscar atenção da mídia.

Sem entrar no mérito da questão sobre sua prisão, acredito que o caso merece algumas reflexões, quanto à postura e atitude do brasileiro. A primeira delas é a de que as pessoas que pretendem praticar o bem, devem fazê-lo através da prática da verdade. A mentira enfraquece o ser humano.

Quando você pratica o bem com a verdade, automaticamente você transfere energias positivas para as outras pessoas e para o ambiente. Assim, em cadeia, você vai contagiando tudo e a todos, numa grande corrente de energia. Energia inteiramente positiva.

Devemos entender que para praticar o bem não devemos praticar a mentira. Não fomos criados para viver da mentira e principalmente na mentira. A mentira nos adoece, nos tira as energias, nos enfraquece.

A prática do bem deve estar diretamente associada à prática da verdade, e por consequência essa verdade deve ser plenamente exercida no cumprimento de nossa missão. É com a prática da verdade, que conseguimos exercer o Amor. Reflita.

Pense nisso e viva feliz em 2018! (Renato Candemil é advogado e autor do livro “Uma Jornada em Busca da Verdade Espiritual”) 

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