Mau tempo foi o motivo da queda do avião com Teori Zavascki

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As causas do acidente com o avião modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM, que levada o ex-ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, foram meteorológicas, segundo informou há pouco o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O relatório foi apresentado um ano após a queda do aparelho na Costa Verde do Rio de Janeiro, próximo à Ilha Rasa, no litoral de Paraty.

Estavam também no avião, a massoterapeuta Maíra Panas, 23 anos, a mãe dela, a professora Maria Hilda Panas, 55 anos, e o  empresário Carlos Alberto Filgueiras, dono do Grupo Emiliano, e o piloto Osmar Rodrigues, 56 anos. 

De acordo com o relatório, não houve falhas do motor ou pane elétrica, pois o aparelho não apresentou nenhum problema. A causa provável seria um fator de orientação espacial, um erro de visibilidade. O ideal para a aproximação do aeroporto de Paraty é de visibilidade 5 quilômetros, mas cálculos dos técnicos indicaram que a ela foi feita a menos de 1,5 quilômetros. Chovia muito no dia e havia muita neblina.

O piloto fez duas aproximações em menos de dois minutos. Chegou-se a conclusão que os equipamentos avisaram sobre o risco, mas logo após teriam sido desligados. Em dez anos, aconteceram 13 acidentes na região, seis dos quais por conta das condições meteorológicas.

O relatório que teve a participação de 18 especialistas de diversas áreas apontou que os passageiros morreram de politraumatismo provocado pelo impacto do avião na água. O primeiro choque foi com a asa direita após uma curva muito inclinada.

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