A Operação Integração, 48ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta quinta-feira, 22, suspeita que o superfaturamento no valor de obras realizadas e os contratos fraudados na contabilidade das concessionárias de rodovias federais do Anel da Integração foram usados para pagar propinas a agentes públicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná e da Casa Civil do governo do Estado do Paraná.
E ainda há possibilidade de ter elevado em até quatro vezes o valor das tarifas de pedágio para o usuário, segundo informou o Estado online.
O diretor-geral do DER do Paraná, Nelson Leal Júnior, preso na Integração, comprou um apartamento de R$ 2,5 milhões em Balneário Camboriú. Do total da importância, R$ 500 mil reais foram pagos em espécie, segundo Estado online
Laudo técnico, que teve como base a tabela Sinapi, da Caixa Econômica Federal, apontou que alguns itens das planilhas o sobrepreço chegou a 89% em relação ao valor de mercado, de acordo com a força-tarefa da Lava Jato, por meio da assessoria de imprensa.
A concessionária Econorte, do Grupo Triunfo, é uma das principais investigadas. Ela usou os operadores de propina do escândalo Petrobras Rodrigo Tacla Duran e Adir Assad supostamente para pagar propinas a agentes públicos, segundo a força-tarefa. Fiscalização da Receita Federal abrangeu somente os últimos três anos, e ainda houve desconsideração de R$ 56 milhões gastos pela subsidiária da concessionária em serviços fictícios.



























