O Palácio do Planalto e a equipe econômica do governo federal esperam números positivos nesta quinta-feira, quando será divulgado o Produto Interno Bruto de 2017, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos ao longo do ano. O FMI não tem boas perspectivas para os resultados.
O PIB cresceu 1,1% nos quatro trimestres acumulados do último ano, segundo mediana das estimativas apuradas pela Bloomberg, reforçando os sinais iniciais de recuperação após a queda da inflação permitir ao Banco Central cortar os juros a partir do final de 2016.
Este seria o primeiro resultado positivo que marcaria a saída do país de uma recessão histórica. Nos últimos dois anos, as perdas chegaram a 7%, segundo a Bloomberg, no pior resultado da série histórica de mais de 100 anos do PIB.
Se confirmada, a expansão de 2017 se seguirá às quedas de 3,5% em 2016 e 3,6% em 2015. O Brasil já teve quedas superiores de PIB em anos isolados, após o Plano Collor nos anos 90 e na crise que se seguiu à desvalorização cambial dos anos 80, e também já teve duas recessões seguidas durante a grande depressão dos anos 30, mas em nenhum destes períodos a perda acumulada em dois anos foi tão profunda.





















