Esquema de propina no DFTrans resvala em ex-governador

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A operação Trickster realizada esta manhã no Distrito Federal, atinge afilhados do PSB, especialmente o ex-governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. Candidato novamente ao governo capixaba, Casagrande indicou dirigentes do DFTrans (Transporte Urbano do Distrito Federal), que agora são investigados pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Foi preso hoje Harumy Tomonori Honda, diretor da unidade de controle de bilhetagem automática. Foram feitas também busca e apreensão na casa do diretor do DFTrans, Léo Carlos Cruz.

Não houve manifestação oficial do governo distrital neste sábado sobre a operação. Há duas semanas foi deflagrada uma operação contra o sistema de transporte público. O esquema estaria funcionando há mais de quatro anos com desvios semanais que chegam a R$ 500 mil. Na ocasião, foi preso o auditor fiscal Pedro Jorge Brasil, que aproveitava do cargo de chefia no DFTrans para vincular o vale-transporte a pessoas fantasmas.

O Misto Brasília tentou falar com Casagrande no meio da semana, mas não obteve respostas, seja pelo WhatsApp ou pelo Twitter. Nesta tarde, o jornalista Mino Pedroso publicou que o diretor do DFTrans, Léo Carlos Cruz e o Secretário de Mobilidade, Fábio Ney Damasceno, seriam operadores para arrecadação de recursos na área do transporte, esquema que seria uma herança dos governos anteriores.

Investigações também estariam mirando empresários do setor de transporte e outras figuras do DF, como Victor Foresti, Marco Antônio Campanella, Samuel Barbosa dos Santos, Marcos Dantas, Júlio Cézar, Tadeu Filippelli.

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