Lula da Silva vai preso, mesmo com todo o esperneio midiático, político e eleitoreiro em torno de uma questão jurídica. Num palanque improvisado sobre um carro elétrico, sob a suposta sugestão de homenagear a esposa falecida, Maria Letícia, o ex-presidente atacou. E como de costume, culpou os outros pelo caos político, em boa parte patrocinado pelo PT e aliados como o MDB e PP.
“Esse pescoço não baixa, eu vou de cabeça erguida e vou sair de peito estufado de lá e vou provar minha inocência”, disse, em exaltado pronunciamento de 55 minutos no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP).
Para o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que foi seu ministro da Educação no primeiro mandato de Lula da Silva, “o discurso de Lula foi caótico, violento, emocional, classista, não patriótico, e eleitoreiro. Ele não falou à nação nem para a história. Ele se dirigiu aos sindicalistas e aos partidos apoiadores, PT, PCdoB e PSol”.























