Muitos são chamados, mas poucos escolhidos

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A corrida ao Palácio do Buriti se mostra bastante confusa. Treze nomes estão sendo apontados como pré-candidatos, mas poucos devem, efetivamente, concorrer ao governo do Distrito Federal em outubro. Mesmo entre os candidatos tidos com maior penetração no eleitorado, há dúvidas como coligações e formação da chapa majoritária.

Muitos dos nomes devem optar por umz disputa no Legislativo distrital, à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal. Julho é o prazo final para a definição do grid de largada dos candidatos com o encerramento das convenções partidárias. O MDB não deve lançar candidato. O advogado Ibanez Rocha desistiu de concorrer e Tadeu Filippelli está fora do páreo. No PT, não há nomes fortes e até o projeto do ex-ministro Ricardo Berzoini parece que foi abandonado.

Alberto Fraga (Democratas)

O deputado federal colocou seu nome num suposto acordo partidário, mas mira a possibilidade de se candidatar ao Senado Federal.

Alexandre Guerra (Novo)

Primeiro pré-candidato ao Executivo local, o herdeiro da rede Giraffas deve manter o projeto até o fim. A tendência é que concorra numa chapa puro sangue.

Alírio Neto (PTB)

Com o apoio da Executiva Nacional e a garantia de cofres cheios para a campanha, negocia a cabeça de chapa na frente de centro-direita formada, ainda, por PSD, PSDB, PPS e PRB.

Chico Leite (Rede)

Apesar de lançado pré-candidato ao GDF, deve concorrer ao Senado. Resta saber se será em uma chapa puro sangue da Rede ou no grupo de Rollemberg, em caso de aliança entre as siglas.

Eliana Pedrosa (Pros)

Para migrar do Podemos para o Pros, recebeu da Executiva Nacional a garantia de apoio da sigla à pré-candidatura ao Buriti. A chapa contará com nomes da família Roriz.

Fátima de Sousa (PSol)

Está com a pré-candidatura e a chapa puro sangue consolidadas. A vice será a assistente social e conselheira tutelar Clementina Bagno (PSol) e os postulantes ao Senado, Marivaldo Pereira e Chico Sant’Anna.

Izalci Lucas (PSDB)

Articula a cabeça de chapa na coalizão integrada por PTB, PSD, PRB e PPS. A candidatura garantiria palanque eleitoral para o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB-SP).

Joe Valle (PDT)

Lançado pré-candidato ao Buriti, busca espaço para concorrer ao Senado na chapa encabeçada por Jofran Frejat. A aliança será discutida na quarta-feira com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

Jofran Frejat (PR)

Integrante do partido do ex-governador José Roberto Arruda, estaria com a chapa definida, assim como a pré-candidatura, consolidada. Ao lado dele, estariam o MDB, PP, DEM e Avante.

Marli Rodrigues (PSC)

Presidente do SindSaúde e oponente à gestão de Rollemberg, deve abrir mão da pré-candidatura ao GDF para concorrer a distrital, segundo interlocutores.

Paulo Chagas (PRP)

General da reserva e estreante na política, detém o apoio do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Pretende surfar nos discursos sobre segurança pública.

Rodrigo Rollemberg (PSB)

Com o discurso de ajuste das contas públicas e combate à corrupção, concorrerá à reeleição. A formação da chapa, contudo, ainda é uma incógnita.

Wanderley Tavares (PRB)

Presidente regional do partido e ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, deve abrir mão da pré-candidatura para dar espaço na chapa a Ronaldinho Gaúcho, que concorrerá ao Senado.

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