O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros, José Fonseca Lopes, disse que o movimento da categoria não vai parar com o congelamento dos preços do diesel por 15 dias ou com a aprovação na Câmara da isenção do PIS e da Cofins para o diesel até o final do ano. O projeto aprovado na Câmara ontem à noite precisa ser votado no Senado e depois vai à sanção presidencial.
Fonseca garantiu que o movimento só vai parar com a publicação dessa isenção no Diário Oficial da União. Hoje à tarde haverá mais uma rodada de reunião na Casa Civil. A paralisação chega no quarto dia. O movimento começou na segunda-feira (21).
O líder dos caminhoneiros lembrou na entrevista concedida há pouco à Rádio Band News, que desde julho do ano passado tentam fazer um acordo com o governo. E que no último dia 14 encaminhou uma carta ao Palácio do Planalto que não tomou nenhuma atitude. “Tem que ser rápido nesta solução, porque a partir de amanhã não passa mais nenhum caminhão com comida perecível”, anunciou.
Fonseca disse que a paralisação atinge 1 milhão de caminhoneiros. Se a isenção do PIS e da Confins e o fim da Cide for aprovada nesta quinta-feira, a normalização do abastecimento só deve ocorrer em uma semana. “Não queremos que o combustível aumente todos os dias.”
























