Os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato no Rio pediram à Procuradoria-Geral da República para requerer ao Supremo Tribunal Federal a suspeição ou impedimento do ministro Gilmar Mendes nos casos que envolvam o ex-presidente da Fecomércio Orlando Diniz.
Ele é um dos 20 presos, preventivamente, por determinação da Justiça Federal do Rio no âmbito da Lava-Jato a que Gilmar concedeu liberdade. O empresário é réu acusado pela Lava Jato, no Rio, por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, segundo informou o Estadão e o DCI.
A força-tarefa da Lava Jato identificou o pagamento, em 2016, ao Instituto Brasiliense de Direito Público ligado ao ministro Gilmar Mendes. O valor de R$ 50 mil foi detectado após a quebra do sigilo fiscal da Federação do Comércio do Rio de Janeiro. O empresário presidiu a Fecomércio-RJ por quase 20 anos até ser preso em fevereiro.
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