O enviado do Vaticano que foi ao Chile reunir evidências de abuso sexual na Igreja Católica Romana disse que dependerá do papa Francisco decidir se irá ou não divulgar o relatório de suas descobertas às autoridades civis do país sul-americano.
Durante visita em fevereiro, o arcebispo de Malta, Charles Scicluna, o principal investigador de abuso sexual do Vaticano, realizou entrevistas com vítimas para elaborar um relatório de 2.300 páginas que entregou ao papa.
O documento acusou bispos chilenos de “grave negligência” ao lidar com alegações de que crianças tinham sido abusadas e disse que evidências de crimes sexuais foram destruídas.
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