A prisão em flagrante da médica Juliana de Pina Araújo foi convertida em preventiva pela juíza do Núcleo de Audiências de Custódia do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Lorena Alves Ocampos. O caso agora tramita na Vara do Tribunal do Júri de Brasília
A média é acusada de homocídio qualificado pela morte do filho de três anos por suposta overdose de medicamentos “Ritalina” e outra de “Frontal”, cujos frascos vazios foram encontrados ao lado da mamadeira de leite, também ao lado do corpo da criança que ainda cegou a ser socorrida.
Devido aos ferimentos sofridos em razão de uma suposta tentativa de suicídio, a autuada foi hospitalizada, sob escolta policial, e não compareceu à audiência. Ela continua no Instituto Hospital de Base. Juliana era médica da rede pública de saúde do DF.
