Quatro pessoas envolvidas nas operações Panoptes que investigou a “máfia dos concursos”, além de serem condenados por fraude, terão que pagar R$ 1 milhão por danos morais coletivos. A sentença é do juiz da Vara Criminal de Águas Claras, Gilmar Rodrigues da Silva, que atendeu parcialmente a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal.
O grupo foi acusado de organização criminosa e teria praticado venda de vagas no certame para o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e no concurso da Terracap, em 2017. Eles também falsificaram diplomas, certificados de pós-graduação e realizaram fraudes em vestibulares de medicina.
As penas – Hélio Garcia Ortiz e Bruno de Castro Garcia Ortiz, pena de 9 anos, 22 dias de reclusão e 51 dias-multas, em regime inicial fechado; Rafael Rodrigues Silva Matias, pena de 7 anos, 1 mês, e 35 dias multa, em regime semiaberto; Johann Gutemberg dos Santos, pena de 5 anos, 8 meses, e 15 dias multa, em regime semiaberto, com direito a recorrer em liberdade.