Além da multinacional Philips do Brasil, de capital holandês, a General Electric, de capital norte-americano, também está sendo investigada na Operação Ressonância deflagrada nesta manhã. No total, 37 empresas participariam de um cartel formado para direcionar os vencedores e os valores a serem pagos nos contratos de fornecimento ao Into, que fica localizado na região portuária do Rio, de acordo com as autoridades.
O edifício da companhia Philips em São Paulo foi alvo de cumprimento de mandados de busca e apreensão. A Philips não respondeu de imediato a um pedido de comentário. Pelo que se informou, a empresa era a nau capitânia do esquema corrupto.
A Polícia Federal, que não identificou as empresas investigadas, disse em comunicado que uma “grande empresa do ramo de fornecimento de materiais e equipamentos médicos” atuava de forma irregular para manter sob influência a diretoria do Into.
“O objetivo dessa atuação seria direcionar os vencedores e os valores a serem pagos nos contratos de fornecimento do Instituto. Outras empresas interessadas em participar das licitações precisavam passar a integrar o cartel coordenado por essa grande empresa do ramo para ampliar as chances de sucesso”, disse a PF.






















