As vendas no varejo brasileiro recuaram menos do que o esperado em maio, mas marcaram a primeira contração no ano e resultado mais fraco para o mês em dois anos por conta dos reflexos da greve dos caminhoneiros, abalando ainda mais a atividade econômica.
A única atividade que cresceu foi a de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%), enquanto em outros artigos de uso pessoal e doméstico as vendas ficaram estáveis. Em maio, seis das oito atividades pesquisadas apresentaram perdas nas vendas, lideradas por combustíveis e lubrificantes (-6,1%) e Livros, jornais, revistas e papelarias (-6,7%).
Em maio as vendas no varejo caíram 0,6% na comparação com mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, resultado mais fraco desde a queda de 0,8 por cento em 2016.























