Mortes violentas – Uma tragédia histórica

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A média nacional das mortes violentas foi de 30,8 para cada 100 mil habitantes. O Brasil registrou 63.880 mortes violentas intencionais em 2017, segundo o 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira, o que representa um novo recorde.

Entre os Estados, o Rio Grande do Norte é o que teve a maior taxa, com 68,0 casos para cada 100 mil habitantes, seguido por Acre (63,9) e Ceará (59,1). Na outra ponta, São Paulo registrou 10,7 casos, seguido por Santa Catarina (16,5) e pelo Distrito Federal (18,2).

Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), entram nessa conta homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte, homicídios de policiais e mortes por intervenções policiais.

Para o diretor-presidente do fórum, Renato Sérgio de Lima, não há solução mágica para o problema. “Os recursos são escassos, trabalha-se muito, mas desarticuladamente, gasta-se mal, e não aprendemos com as sucessivas crises que acompanhamos no setor ao longo dos últimos anos”, completou. O FBSP é responsável pelo anuário.

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