A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (18) a quarta fase da Operação Registro Espúrio, com o objetivo de apurar desvios de valores da Conta Especial Emprego e Salário (CEES). Conforme já informamos no Twitter e no Facebook, Bruno Galeano, sócio de Tiago Cedraz (filho de ministro do TCU Aroldo Cedraz) é alvo de investigação neste momento da Polícia Federal. Há um mandado de busca e apreensão no escritórios dos dois.
Bruno de Carvalho Galiano é alvo de mandado de prisão temporária. PF chegou a pedir a prisão de Tiago Cedraz, mas o STF indeferiu, segundo informou o G1. Tiago Cedraz é investigado pelos supostos crimes de peculato e corrupção ativa. Até agora já foram denunciados cinco deputados por participação no esquema fraudulento.
Marcelo de Lima Cavalcanti, chefe de gabinete do deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP), também é alvo de mandado de busca e prisão temporária.
Os agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão temporária em Brasília, Goiânia, Anápolis, São Paulo e Londrina. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
As investigações indicam a atuação de uma organização criminosa em entidades interessadas em obter, de forma fraudulenta, restituições de contribuições sindicais recolhidas indevidamente da CEES, completa a Agência Brasil.
Os pedidos de restituição eram manipulados pelo grupo com o intuito de adquirir direitos a créditos, conforme indicou também o Ministério da Transparência e a Controladoria-Geral da União.






















