O preço do litro de gasolina comum chegou a R$ 5,01 e da aditivada a R 5,16 em Brasília. O preço absurdo está sendo cobrado em alguns postos de combustíveis do Distrito Federal, como na Asa Sul e, se torna mais assustador, porque há menos de uma semana, o valor médio era de R$ 4,65. A tendência é de que deve ter mais reajuste se a Petrobras reajustar os preços nas refinarias.
O valor se aproxima do praticado em Manaus, onde também os motoristas reclamam do valor. Há postos em Brasília que ainda estão praticando o preço a R$ 4,89, como a rede Jorjour. Nesta companhia, o litro do etanol é vendido a R$ 3,159 e do diesel a R 3,789.
Os donos dos postos revendedores se defendem e dizem que o o aumento da gasolina acontece por causa de reajustes da Petrobras e do etanol, que seriam os dois fatores que têm impacto direto e que devem contribuir para mais crescimentos no preço da gasolina até o fim do ano.
O site do Sindicombustíveis do DF publicou uma informação segundo a qual a gasolina no Brasil “está longe de ser uma das mais caras do mundo”. Seria por causa do nível salarial, que o preço pesa mais para o brasileiro. Encher o tanque com 40 litros de gasolina pesa mais no bolso dos brasileiros, consumindo 8,1% do salário médio no país. Para os noruegueses, um tanque cheio representa apenas 1,6% do salário.
























