A mais radicalizada disputa presidencial desde o fim do regime militar há três décadas vem se tornando ainda mais polarizada, o que levanta preocupações sobre o futuro da democracia no Brasil. A menos de três semanas da votação, as pesquisas mostram os eleitores começando a abandonar os candidatos situados mais ao centro para optarem pelos dois polos da disputa. A observação é da agência Reuters.
Os donos da Riachuelo, Flávio Rocha, e da Centauro, Sebastião Bomfim Filho, organizam manifesto de um grupo de varejistas a favor do presidenciável Bolsonaro. A Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, que congrega as principais agremiações neopentecostais, decidiu declarar apoio ao capitão reformado.
Já os partidos do centrão —formado por PP, PR, PRB, DEM e Solidariedade—, formalmente coligados ao presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, já discutem a “fatura” que vão cobrar para apoiar o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ou a candidatura do petista Fernando Haddad no segundo turno, afirmou um dirigente do grupo à Reuters sob a condição do anonimato, informou a Folha.
Marina Silva, rejeitou a possibilidade de abrir mão de sua candidatura em nome de uma chapa unificada de Centro como alternativa à polarização que vem se desenhando nas pesquisas eleitorais.
























