As integrantes da equipe econômica do governo deram um banho de água fria nos chamados “concurseiros“. Na peça orçamentária para o ano que vem não está previsto dinheiro para novos concursos.
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Há uma previsão, sim, para o preenchimento de novos cargos decorrentes de seleções já autorizadas ou que já foram até realizadas, em órgãos como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan. A posse de alguns destes novos servidores deve acontecer no início do ano que vem.
Além de recursos para o salário desta nova turma de concursados, a equipe econômica separou uma reserva de segurança de R$ 411 milhões que poderá ser usada pelo próximo ocupante do Palácio do Planalto.
O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse que se o próximo presidente não quiser fazer concursos públicos em 2019, pode realocar a verba para cobrir outras despesas.



















