O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, criticou e ironizou o adversário no segundo turno da disputa presidencial, o petista Fernando Haddad, ao chamá-lo de fantoche e pau mandado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitiba.
O ex-capitão do Exército também chamou o adversário de “camaleão” por conta da mudança na logomarca da campanha do petista, com a adoção do verde, amarelo e azul em vez do tradicional vermelho. Bolsonaro, confirmou as escolhas do general da reserva do Exército Augusto Heleno para o Ministério da Defesa, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil, e o economista Paulo Guedes para comandar uma pasta da Economia.
Em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, o candidato do PSL negou que seja um candidato de extrema-direita, e cutucou o adversário ao dizer que Haddad se moveu para a direita pela mudança na imagem da campanha do petista.
“Você é um fantoche, um pau mandado e age como um camaleão”, disse Bolsonaro na entrevista, após encontro com parlamentares em um hotel na zona oeste do Rio. “As cores do PT agora são verde e amarelo, vi o Haddad falando em família e Deus. Fico com vergonha, porque cumpre a risca o que Lula manda ele falar. Haddad não é de esquerda é de direita”, disse ele mudando o tom de voz como se fosse um ventríloquo.
Na entrevista, em que houve vaias por parte de seguidores de Bolsonaro a uma repórter do jornal Folha de São Paulo e ao veículo —interrompidas apenas com a intervenção do presidente do PSL, Gustavo Bebianno, que defendeu a liberdade de imprensa— o ex-capitão disse que apoia a imprensa livre.
“Meu pessoal não está disseminando o ódio, até porque quem levou a facada fui eu”, frisou ele, lembrando do ataque que sofreu no início de setembro durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG).























