Operação Bagdá esclarece roubo e sequestro por pedras preciosas

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As investigações sobre um sequestro realizado em novembro de 2017 foram a principal razão para a deflagração da Operação Bagdá, realizada esta manhã no Distrito Federal pela Polícia Civil e o Ministério Público. Foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão contra suspeitos de roubo de pedras preciosas.

O sequestro realizado no Lago Norte foi uma briga na partilha de um roubo de pedras preciosas no valor aproximado de R$ 300 mil. Segundo a polícia, envolve um iraquiano residente no Brasil, um ex-policial militar além de outros suspeitos. Um outro integrante da quadrilha não foi preso hoje. Humberto Teixeira Galvão Júnior está foragido e é o mesmo que sofreu osequestro. Humberto foi torturado e para ser libertado, teria que entregar as pedras preciosas as colegas criminosos.

O delegado da Divisão de Repressão a Sequestros da PCDF, Paulo Renato Fayão, disse que o sequestro chamou a atenção para a exigência do pagamento, que poderia indicar crimes no mercado de pedras preciosas. No decorrer das investigações, a vítima de sequestro e um ex-policial, foram presos em flagrante quando tentavam descontar um cheque administrativo de R% 50 mil.

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