Deflagrada nesta manhã a 57ª. fase da Operação Lava Jato para cumprimento de 37 ordens judiciais – 26 mandados de busca e apreensão, seis intimações e 11 mandados de prisão preventiva. O objetiva foi identificar um esquema de venda de combustível e respinga em representante da Grécia que estaria em operação até 2014, “não sendo possível descartar a continuidade do esquema até os dias atuais”, de acordo com a Polícia Federal.
Na Operação Sem Limites, está sendo investigada uma organização criminosa que atua na Petrobras, especialmente em sua área de trading, onde são realizados os negócios de compra e venda de petróleo e derivados por empresas estrangeiras.
Nota da Polícia Federal informa que além disso se verificou também indícios de irregularidades na realização de negócios de locação de tanques de armazenagem da ou para a Petrobras pelas mesmas empresas investigadas. Todos estas operações ocorriam de forma a viabilizar o pagamento de vantagens indevidas a executivos e ganhos acima dos praticados no mercado para estas empresas.
“Em duas modalidades de negócios da Petrobras que possuíam características semelhantes: os esquemas de corrupção na área de trading (compra e venda) de petróleo e derivados e os esquemas de corrupção na área de afretamento de navios.
“As operações de trading (compra e venda) de óleos combustíveis e derivados pela Petrobras eram de responsabilidade da Diretoria de Abastecimento, especificamente pela Gerência Executiva de Marketing e Comercialização. As operações não necessitavam de prévia autorização da diretoria, circunstância que facilitava sobremaneira a pulverização dos esquemas ilícitos nas mãos de diversos funcionários de menor escalação vinculados à Diretoria de Abastecimentos e que exerciam suas funções tanto no Brasil quanto nos escritórios da estatal no exterior”, informa a nota da PF.























