Primos ricos e primos pobres da administração pública

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Os servidores do Executivo federal perdem em dois quesitos se comparado com os funcionários da Justiça federal, segundo o Atlas do Estado Brasileiro, plataforma inédita lançada hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Além de receber em média a metade dos salários (R$ 8 mil contra R$ 16 mil), o número de servidores ficou bem menor nas últimas duas décadas. O presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), Rudinei Marques, afirmou que “o quantitativo de servidores federais civis ativos em 2018 é ainda inferior ao observado em 1991”.

Marques observou que num período em que a população nacional cresceu quase 40%, o número de servidores civis efetivos da União decresceu de 680 mil para os atuais 634 mil).

A assessoria do Ipea registrou que o cruzamento de dados disponíveis no Atlas do Estado Brasileiro revela que as remunerações mensais dos servidores estaduais também variam substancialmente entre os poderes. Em dez anos (2007-2016), o Executivo apresentou valor médio de 40% (R$ 5,1 mil) das remunerações do Judiciário (R$12 mil) e 51% da remuneração do Legislativo (R$ 8,4 mil).

Apresentando a maioria dos servidores públicos do país, os municípios registraram remuneração inferior à das demais esferas, com o Executivo municipal pagando a menor remuneração mensal média (R$ 3 mil).

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