Novos ataques foram registrados nesta madrugada no Ceará por grupos criminosos. Desde quarta-feira já são 71 ocorrências contra prédios públicos, ônibus e até em shopping center. Agentes da Força Nacional devem reforçar hoje a segurança do estado que vive uma segunda onda de violência nos últimos meses. Nesta manhã não houve ainda manifestação das autoridades policiais.
Em abril de 2017, Fortaleza também registrou ataques de grupos criminosos. O Primeiro Comando da Capital (PCC) estaria por trás das ações. Em junho passado houve uma grande operação contra a organização criminosa.
Um incêndio atingiu a garagem do fórum da cidade de Pacoti, no Maciço de Baturité, na madrugada deste sábado. Segundo informações da 2ª Companhia do 4º Batalhão de Polícia Militar. Há registro de um incêndio no escritório da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) na Cidade. Concessionária NewLand Toyota Abolição, na avenida Vicente de Castro, no bairro Mucuripe, foi incendiada na noite passada.
De acordo com o site do O Povo, Fortaleza terá neste sábado 108 ônibus operando em 41 linhas. Eles circularão no sistema emergencial, com três policiais dentro de cada um. A frota normal é de 1810 ônibus urbanos e 350 metropolitanos. Levantamento divulgado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) aponta que 68% dos incêndios teriam sido feitos por ordem do crime organizado aos órgãos estaduais e municipais. Desde 2014, 119 ônibus foram incendiados.
O juiz Danilo Fontenelle, da 11ª Vara Criminal Federal de Fortaleza, afirma em artigo publicado no O Povo, ataques com explosivos em viadutos – como ocorreu na Região Metropolitana de Fortaleza – deveriam ser enquadrados como atos terroristas. Porém segundo a Lei 13.260/2016, não se enquadra por não haver dolo específico.






















