As redes sociais se transformaram no principal palco das críticas ao governo de Jair Bolsonaro, que também não poupa os adversários. A principal questão colocada pelos adversários é a ideologia embutida nas declarações dos novos ocupantes do Palácio do Planalto. Hoje cedo, o ex-senador Cristovam Buarque (PPS-DF) lembrou que “um patriota não ignora, não muda, não esquece a história de seu povo e de seu país”.
Professor reconhecido entre seus pares, Buarque também está preocupado com o legado do educador Paulo Freire. “Em frente ao prédio do MEC, em Brasília, há um pequeno monumento ao Paulo Freire. Talvez seja necessário defendermos o monumento. Suas ideias e seu nome sobreviverão pela própria força”.
A ex-senadora Marina Silva (Rede), que foi adversária de Bolsonaro no primeiro turno, acredita que o governo “está retrocedendo”. Cita a deputada eleita Jênia Wapichana (Rede-RR) que disse que uma série de avanços na implementação dos direitos dos povos indígenas está em risco. “Principalmente aqueles que nos foram garantidos pela Constituição de 1988 sobre o reconhecimento das terras”.
No contraponto, o campeão de retuítes, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC) e filho do presidente, em sua postagem desta manhã ataca a Rede Globo e os artistas contratados pela emissora. “Será que vai sair na bobo? Têm muitos “famosos” e “letrados” tremendo porque usam e abusam do dinheiro público desnecessariamente ou “oportunamente”. Rreferia-se a uma postagem do pai que falou logo cedo sobre caixa-preta no governo, que deve rever 139,7 mil contratos.
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