Médica é condenada no DF por parto mal feito

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A Promotoria de Justiça Criminal de Defesa dos Usuários dos Serviços de Saúde (Pró-vida) obteve, em 25 de janeiro, a condenação da médica Caren Vanessa Cupertino em decorrência de um parto domiciliar que ocasionou sequelas neurológicas no bebê. A pena foi fixada em 6 anos e 5 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, e multa de 150 mil por danos morais.

A obstetra respondeu por lesão corporal gravíssima e por falsidade ideológica, pois usou informações falsas no prontuário, não relatou as reais condições do nascimento e mentiu sobre o horário do parto. Tal ação dificultou o diagnóstico preciso da criança e inviabilizou o tratamento adequado. Para o MPDFT, essa atitude demonstrou a intenção de minorar a sua responsabilidade.

 A equipe também era composta pela enfermeira obstétrica Melissa Moreira Martinelli e pela doula Joana Mônica Maria de Andrade de Melo. Melissa foi condenada a 5 anos e 3 meses, em regime semiaberto, por lesão corporal gravíssima e falsidade ideológica. Deverá pagar, ainda, R$ 50 mil de reparação por danos morais. A doula foi condenada por lesão corporal gravíssima. A pena foi fixada em 3 anos e 6 meses, em regime inicial aberto, além do pagamento de R$ 30 mil por danos morais.

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